Case real / beleza e estética

Por Limarketing·13 min de leitura·Case Santos Curly

Quando menos leads passaram a valer mais: como a Limarketing transformou a aquisição da Santos Curly e chegou a um retorno próximo de 8x

De um histórico de muitos contatos e pouco fechamento para uma operação mais inteligente, conectando Google, Meta, WhatsApp, Tintim e vendas reais.

Google AdsMeta AdsTintimROI ≈ 8x
Logotipo da Santos Curly em fundo terracota
Santos Curly · case Limarketing
≈ R$ 14 milem vendas atribuídas ao marketing em um dos períodos analisados

Desafio: havia histórico de muitos leads, muito esforço de atendimento e pouco fechamento. O problema não era gerar mensagens. Era atrair pessoas com maior intenção e perfil de compra.

Evolução: a Limarketing priorizou intenção de busca, refinou campanhas, integrou Tintim e conversões offline e relatou melhora percebida na qualidade dos contatos, com ROI próximo de 8x em um dos recortes.

Neste artigo · 13 min de leitura

O problema não era falta de lead

Existe uma situação que todo empresário que já investiu em tráfego pago conhece.

O relatório parece bom. As mensagens chegam. O gestor fala em quantidade de leads. Mas, no caixa, quase nada muda.

Foi exatamente esse tipo de frustração que encontramos quando começamos a trabalhar com a Santos Curly, negócio liderado por Eli Santos e especializado em cabelos cacheados e crespos.

Ela já havia anunciado anteriormente. O problema não era a ausência de contato. Era pior: vinham muitas pessoas, davam trabalho para atender e quase ninguém fechava.

Para a Limarketing, isso mudou completamente a pergunta. Não queríamos descobrir como gerar ainda mais mensagens. Queríamos descobrir: como trazer pessoas com maior intenção de contratar?

Essa decisão foi o ponto de partida de um trabalho que, em um dos períodos analisados, gerou aproximadamente R$ 14 mil em vendas atribuídas ao marketing, com retorno próximo de 8 vezes o valor investido em mídia.

Mas o número final é apenas uma parte da história. O mais interessante foi o caminho até ele.

Quem é a Santos Curly?

A Santos Curly atua no mercado de cabelos, com especialização principalmente em cabelos cacheados e crespos, atendendo clientes em Santos e região.

O negócio não depende apenas de um serviço de entrada. Uma cliente pode chegar buscando um corte e, dependendo da necessidade, realizar tratamento, hidratação, nutrição, coloração, comprar produtos ou contratar outros procedimentos.

Isso significa que uma boa estratégia não deveria olhar apenas para quanto custa gerar uma mensagem. Precisávamos considerar também quanto aquela cliente poderia representar para o negócio quando encontrasse o serviço certo.

Essa diferença parece pequena, mas muda completamente a forma de anunciar.

Fizemos o contrário do que normalmente se espera de uma agência

Seria muito fácil chegar e propor: vamos anunciar no Instagram e gerar o máximo de mensagens possível. Não foi o que fizemos.

A partir do histórico relatado pela própria cliente, entendemos que naquele momento o Google poderia assumir um papel central.

O motivo era simples. Quando alguém pesquisa algo relacionado ao serviço da Santos Curly no Google, existe uma diferença fundamental: essa pessoa já está procurando. Ela não foi interrompida enquanto assistia a um vídeo. Ela demonstrou intenção.

Essa leitura nos levou a estruturar uma estratégia mais concentrada em pessoas que já estavam próximas da necessidade. A quantidade de leads poderia até ser menor, mas esse não era o principal indicador. Queríamos melhorar a relação entre investimento → contato → cliente → faturamento.

Primeiro, intenção. Depois, escala.

Essa lógica se tornou uma parte importante do projeto.

Durante determinado período, priorizamos Google Ads e fortalecimento de marca, justamente porque não queríamos repetir o problema de gerar centenas de contatos sem aproveitamento.

O trabalho não ficou estático. Campanhas foram alteradas. A Limarketing pausou estruturas que deixaram de fazer sentido. Em julho de 2026, por exemplo, uma campanha de Performance Max foi interrompida e substituída por uma campanha de Search direcionada a termos específicos.

Ou seja, em vez de depender somente da automação da plataforma, buscamos ganhar mais controle sobre o que a pessoa pesquisava antes de chegar até a cliente.

A estratégia não era simplesmente colocar dinheiro no Google. Era descobrir quais buscas colocavam o negócio diante das pessoas certas.

O próprio histórico de vendas começou a ensinar o marketing

A Santos Curly tinha algo extremamente valioso para nós: dados de clientes reais.

A planilha de acompanhamento registrava nome, data, serviço realizado, valor do fechamento, origem e cidade. Isso nos permitia sair da opinião.

Ao longo da base aparecem clientes que chegaram pelo Google, Instagram, indicação e outras fontes. E também aparecem os valores efetivamente fechados.

Não estávamos mais discutindo apenas quantas pessoas clicaram. Podíamos olhar para aquilo que realmente interessava: quem comprou, quanto comprou e de onde veio.

Em vários períodos, o Google aparecia repetidamente entre as origens de novos clientes. Isso reforçava a hipótese que havíamos construído desde o início: para aquele momento da empresa, intenção de busca era extremamente relevante.

Por que nem todo lead tem o mesmo valor para o negócio?

Quando analisamos a jornada de quem entrava em contato com a Santos Curly, percebemos que nem toda oportunidade tinha o mesmo potencial comercial.

Algumas pessoas procuravam um serviço específico. Outras tinham necessidades diferentes e precisavam de uma orientação mais completa antes de decidir. Além disso, nem toda conversa avançava para um agendamento ou contratação.

Por isso, olhar apenas para o número de mensagens recebidas poderia levar a conclusões erradas. Uma campanha com menos contatos pode ser mais relevante para o negócio quando aproxima pessoas realmente interessadas nos serviços.

A análise passou a conectar a origem dos contatos ao avanço no atendimento e às vendas efetivamente registradas. A pergunta deixou de ser apenas quantas pessoas vieram do Google? e passou a incluir quais canais estavam gerando oportunidades que se convertiam em clientes?

É esse olhar sobre a jornada completa, e não sobre os cliques isoladamente, que permite avaliar o retorno do marketing com mais precisão.

Aproximadamente R$ 14 mil de retorno e ROI próximo de 8x

Em um dos recortes acompanhados pela Limarketing, as vendas originadas do trabalho de marketing somaram aproximadamente R$ 14.000 em retorno.

Comparando esse faturamento com o investimento realizado em mídia no período, chegamos a um retorno próximo de 8 vezes o valor investido.

Em outras palavras, para cada R$ 1 investido em publicidade naquele recorte, aproximadamente R$ 8 voltaram em vendas atribuídas às campanhas.

É importante explicar isso corretamente. Não estamos dizendo que qualquer empresa que investir conosco receberá R$ 8 para cada R$ 1. Marketing não funciona por garantia matemática.

Produto, atendimento, preço, concorrência, reputação, mercado, sazonalidade e execução influenciam o resultado.

O que esse case demonstra é outra coisa: quando conseguimos identificar um canal com intenção real de compra, acompanhar as vendas e ajustar a estratégia de acordo com o comportamento dos clientes, mídia paga deixa de ser apenas uma despesa difícil de interpretar. Passamos a conseguir discutir retorno.

Mas a história não parou no ROI

Com o tempo, o desafio evoluiu. Eli voltou a relatar um problema conhecido: desqualificação de contatos.

Em determinado momento de 2026, algumas pessoas que chegavam tinham poder aquisitivo abaixo do necessário para os serviços. A questão voltou para a mesa. Só que agora tínhamos mais experiência com a conta e ferramentas melhores.

Foi aí que entrou o Tintim.

O Tintim ajudou a aproximar ainda mais tráfego e venda

Um dos problemas de negócios que vendem pelo WhatsApp é que boa parte do caminho do cliente desaparece das plataformas tradicionais de anúncios.

A pessoa vê um anúncio, clica, vai para o WhatsApp, conversa, agenda e compra. Só que, muitas vezes, Meta e Google enxergam apenas o começo.

Para o gestor de tráfego, aquela pessoa pode aparecer como mais um lead. Para a empresa, pode representar uma contratação concluída — ou uma conversa que não avançou. Sem integrar os dados, essas duas situações acabam parecendo iguais.

Por isso, a Limarketing iniciou a implementação do Tintim na operação da Santos Curly. O objetivo era melhorar a conexão entre os contatos que chegavam pelo marketing e aquilo que acontecia depois no comercial.

A transição foi implementada tanto para Google quanto Meta. Depois, avançamos também na configuração de eventos offline.

O Google começou a receber informações de qualidade, não apenas contatos

Em setembro, estruturamos eventos offline relacionados a contato e lead qualificado. Também trabalhamos em uma automação para que os dados captados pelo Tintim pudessem alimentar a estrutura utilizada pelo Google Ads.

A lógica é extremamente importante. Antes: Google gera contato → contato some para dentro do WhatsApp. Com uma estrutura de acompanhamento mais desenvolvida: Google gera contato → atendimento identifica qualidade → informação pode retornar para a operação de mídia.

Isso permite aproximar o algoritmo daquilo que realmente interessa. Não apenas quem chamou. Mas quem tinha potencial comercial.

Mais tarde, os primeiros eventos de compra também começaram a aparecer na Meta por meio da integração com o Tintim. Era um avanço importante na forma de medir.

E a cliente percebeu a diferença

Existe uma informação no acompanhamento que vale mais do que várias métricas. Depois da implantação do Tintim, Eli relatou que houve uma queda significativa na quantidade de contatos desqualificados.

O feedback foi positivo a ponto de a cliente optar por renovar a ferramenta.

As vendas registradas no período não tiveram uma explosão imediata. E isso também é importante dizer. Mas a qualidade percebida dos contatos melhorou.

Para uma empresa que já havia sofrido justamente com muitos leads sem fechamento, essa evolução era extremamente relevante. Porque melhorar aquisição não significa somente aumentar o número final de pessoas. Também significa: reduzir desperdício.

A Limarketing foi mudando a estratégia conforme o negócio mudava

Não existe uma campanha criada no primeiro mês que simplesmente ficou ligada por um ano. O trabalho evoluiu.

Quando a prioridade era intenção, concentramos esforços em Google. Quando identificamos necessidade de termos mais específicos, mudamos a estrutura das campanhas de busca.

Quando surgiam novas frentes, novos serviços ou novas demandas, a operação se ajustava. Quando havia necessidade de testar Meta novamente, novas estruturas eram colocadas no ar.

Quando a qualidade dos leads tornou-se um problema importante, introduzimos Tintim, conversões offline e uma leitura mais profunda da jornada.

Essa é a diferença entre gestão de campanha e assessoria de marketing. Uma campanha responde à configuração da plataforma. Uma assessoria precisa responder ao momento da empresa.

O que a Limarketing fez de diferente nesse case?

Se reduzíssemos nosso trabalho à plataforma, poderíamos dizer apenas: gerenciamos Google Ads e Meta Ads. Mas isso explicaria muito pouco.

O trabalho envolveu leitura do histórico de campanhas anteriores, decisão estratégica de priorizar Google em vez de volume de Meta inicialmente, fortalecimento de marca, campanhas de busca, testes e substituição de estruturas, acompanhamento das vendas reais, uso de planilha comercial, análise das origens dos clientes, análise geográfica, implementação do Tintim, integração de Meta e Google com a jornada comercial, estruturação de conversões offline e acompanhamento da qualidade dos leads.

O resultado não veio de apertar um botão. Veio de decidir melhor ao longo do tempo.

Antes e depois

Antes da Limarketing: a cliente já havia investido em marketing. O problema era que a experiência anterior havia deixado uma percepção ruim sobre tráfego, especialmente em canais como Meta: muitos leads, muito trabalho para atender e pouco fechamento.

O volume existia. A eficiência comercial, não.

Com a Limarketing: a estratégia passou a priorizar intenção. O Google assumiu papel importante na aquisição. Campanhas foram refinadas para buscas mais específicas. As vendas passaram a ser acompanhadas em planilha. A origem dos clientes começou a gerar inteligência. Em um dos períodos analisados, aproximadamente R$ 14 mil em vendas foram relacionados às ações de marketing, representando retorno próximo de 8x sobre o investimento em mídia.

Depois, quando a qualidade voltou a ser um desafio, a Limarketing avançou novamente. Implementamos Tintim, estruturamos conversões offline e passamos a aproximar ainda mais Google, Meta, WhatsApp e venda.

O resultado prático foi uma operação mais inteligente e uma redução percebida na desqualificação dos contatos.

ROI não começa no Gerenciador de Anúncios

Essa é uma das maiores lições do case da Santos Curly.

ROI depende de conectar dois mundos. De um lado: Meta, Google, campanhas, palavras-chave, criativos, CPC, CPA e orçamento. Do outro: WhatsApp, agenda, serviço vendido, ticket e faturamento.

Se esses dois lados não conversam, o marketing enxerga apenas metade da história. Foi justamente essa distância que a Limarketing trabalhou para reduzir. Primeiro com acompanhamento manual. Depois com dados melhores. Depois com Tintim e conversões offline.

Essa é a direção que define cada vez mais a forma como trabalhamos.

A sua empresa recebe leads ou recebe clientes?

Existe uma diferença enorme entre as duas coisas.

Se sua empresa já investe em marketing, talvez a pergunta mais importante não seja quanto estou pagando por lead? Talvez seja: quanto estou gerando em vendas com os leads que estou pagando para receber?

É esse tipo de resposta que a Limarketing busca construir.

Nosso trabalho conecta, conforme a necessidade de cada negócio, tráfego pago, conteúdo, site, WhatsApp, CRM, atendimento, Tintim, rastreamento e processo comercial.

Não para criar relatórios mais bonitos. Mas para ajudar empresas a tomar decisões mais próximas da venda real.

No caso da Santos Curly, isso significou sair de um histórico de volume com baixa conversão para uma estratégia que, em um dos períodos analisados, alcançou aproximadamente R$ 14 mil de retorno e ROI próximo de 8x.

Se sua empresa já anuncia, mas ainda não sabe exatamente quais campanhas estão trazendo os clientes que realmente compram, talvez esse seja o próximo problema que precisamos resolver.

Fale com a Limarketing e solicite um diagnóstico da sua operação.

Perguntas frequentes

Qual foi o ROI obtido pela Limarketing no case da Santos Curly?

Em um dos períodos analisados, o trabalho registrou aproximadamente R$ 14 mil em vendas relacionadas aos canais de marketing, representando um retorno próximo de 8 vezes o investimento em mídia naquele recorte.

Qual estratégia a Limarketing utilizou?

A estratégia começou priorizando Google Ads e intenção de busca, já que a operação vinha de uma experiência anterior com alto volume de leads e baixo aproveitamento. Posteriormente, a estrutura passou a combinar Google, Meta, acompanhamento de vendas, Tintim e conversões offline.

Por que a Limarketing não começou buscando o maior número possível de leads?

Porque o problema relatado era justamente receber muitos contatos que não fechavam. A prioridade inicial foi encontrar consumidores com maior intenção de contratação, mesmo que isso significasse menor volume.

Como o Tintim foi utilizado no projeto?

A ferramenta passou a ajudar a conectar os contatos gerados pelas campanhas com a jornada no WhatsApp. A Limarketing também estruturou o uso dessas informações em Google e Meta, inclusive com eventos de qualificação e compra.

A Limarketing garante ROI de 8x?

Não. O ROI apresentado pertence a um período específico do case da Santos Curly. Resultado comercial depende de mercado, oferta, atendimento, preço, investimento, concorrência e outras variáveis. O trabalho da Limarketing consiste em estruturar, medir e otimizar as etapas que influenciam aquisição e venda.

Quer entender quais campanhas realmente estão trazendo clientes?

A Limarketing ajuda empresas a conectar mídia, atendimento, CRM, WhatsApp e vendas para enxergar resultado comercial com mais clareza.

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